Hoje é o dia das eleições 2008

Hoje é o dia das eleições 2008

ORAÇÃO DA TROPA DE CHOQUE DO REI (*)

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007


Meu Deus (o do Céu),

Proteja-me da verdade e do discernimento,

Para que eu tenha cérebro e não pense.

Para que eu tenha boca e só fale o que meu rei quiser.

Para que eu persiga os inocentes e não sinta.

Para que eu negue um remédio a um doente e saia cantando.

Para que eu escute a verdade e não aceite.

Meu Deus (sem ser o da terra), proteja-me dos Coices do rei

Para quando ele me chutar, que não perceba,
Se eu perceber, que não doa.

Se doer que eu perdoe e ainda por cima saia me “pabulando”!

Ah! E que eu continue acreditando da honestidade D’ele!

Abençoe com saúde, sucesso, beleza, (...) e vitória o meu rei e minha rainha e,

Se tiver tempo, abençoe o povo lá de casa também.

Amém!


Por Denis Pereira



[VISITEM, VALE A PENA CONFERIR]

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segunda-feira, 10 de dezembro de 2007






Caixa Postal

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RAPIDINHA...

sábado, 8 de dezembro de 2007


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A DOUTRINA ESPÍRITA E O POLÍTICO POMBALENSE (*)














Dentro de uma visão filosófica, poderíamos conceituar o Espiritismo como uma doutrina baseada na crença em espírito (alma), que não necessita do corpo para existir e retorna a Terra em sucessivas encarnações até atingir a perfeição. Mas seria possível a fusão de dois ou mais espíritos num só corpo?

Foi essa dúvida, dentre inúmeras que me surgiram, a de maior dificuldade para o meu modesto entendimento, quando comecei a ler O Livro dos Espíritos, obra básica da filosofia espírita, de autoria de Denizard Rivail, mais conhecido como Allan Kardec (1804-69).

Se Kardec respondesse minha maior dúvida afirmativamente, e claro, se possuísse a crença nessa doutrina, seguramente entenderia, numa visão espírita, o que acontece com alguns personagens da atual história política da cidade de Pombal, e assim tiraria minhas conclusões, logicamente, com a devida vênia.
Entenderia, assim, onde hoje se encontram encarnados os espíritos de vários personagens da história mundial, como o líder nazista Adolf Hitler, o médico, também nazista, Joseph Mengele, o discípulo Judas Iscariotes, o general Napoleão Bonaparte, o imperador romano Nero, o líder revolucionário e político soviético Josef Stálin e, até mesmo, a figura máxima do Absolutismo europeu, Luis XIV, o Rei-Sol. Concluiria sim, com a devida vênia, que espíritos desses personagens sombrios da história mundial encarnaram em um dos políticos que (cuidado!) anda ao nosso redor.

Algumas pessoas gostam de reverenciá-lo como Rei (vi na camisa). Talvez o seja, não tomando por base o conceito literal da palavra, como soberano que rege ou governa um Estado Monárquico, mas sim adotando o método comparativo de analogia a todas as atrocidades cometidas pelo rei absolutista Luis XIV. Luis XIV (falo do francês) no auge do poder, fervorosamente falou uma frase que ficou escrita nos anais da História: “O Estado sou eu.”; mostrando para todos quem realmente mandava no “pedaço”.

E parece que com o nosso Luis XIV (falo do pombalense) não acontece diferente. Não me surpreenderia se o mesmo subisse num palanque, em tempos ou não de eleição, e gritasse: “Pombal sou eu”. Não me surpreenderia, porque todos sabem quem tem a arrogância, a prepotência, e quem realmente age como um grande déspota no cenário político deste município. Grande opressor e castigador dos que não comungam do seu pensamento, não respeitando a opinião alheia, e, quando contrariado faz com que sua espada de Democles (que nada tem de justiceira) decepe a cabeça do humilde contrariante.

É uma pena que muitos pombalenses temem (também temo) a fúria do Grande Rei. Sinceramente é uma pena que ainda, em pleno século XXI, era da consolidação da Globalização, temos que viver com este medo, que nos tortura e assim faz com que retornemos ao tempo que o que prevalecia é o “voto de cabresto”. Pois você sabe: quem não vota com ele (em breve com ela) é guilhotinado! Somos tão conscientes disso, das atrocidades, dos medos que nos são causados diariamente, que, muitas vezes, quando estamos cansados de todo aquilo que somos obrigados a comer (aceitando calados), temos que, infelizmente, vomitar tudo no anonimato.

E é tão verdade isto, que mesmo não citando nome algum, quem lê este texto sabe sobre quem estou escrevendo.

Calma meu caro, não tenha medo de concluir a leitura do texto, apenas, quando do término, não esboce sinais de diferença, torcendo sempre para que não esteja sendo observado por algum bobo da corte, pois, certamente, o Grande Rei, a reencarnação do Rei-Sol, que se acha soberano de tudo e de todos, ficará sabendo, e, por conseqüência, você, seguramente, será decapitado, sendo que a cabeça será servida em uma grande bandeja com uma linda maçã vermelha na boca, e a sobra, o resto do corpo, será jogado aos abutres (você já olhou de lado?).

É hora de acordar, Pombal! É hora de dar um basta, de uma vez por todas, em toda a política podre de medo e opressão. É chegada a hora de se benzer e espantar os espíritos maléficos que nos aterrorizam.
Por Shalako Tavares
*Texto publicado no informativo independente "A Guilhotina" (1ª ed., dezembro/2007)

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Denilton X Dr. Verissinho: 1º Round

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007


Que governo queremos para Pombal?


O primeiro governo do Dr. Verissinho foi marcado pela falta de marco comparativo. O governo que o antecedeu, talvez por causa da fatídica morte do saudoso Levi Olimpio, deixou a cidade em estado de calamidade, este fato deu ao Dr. Verissinho, um marketing gratuito e de uma penetração popular sem precedentes, pois ficou muito fácil dizer que fez muito se comparado a quem nada fez.

De forma geral o que o então Prefeito, Dr. Verissinho fez durante o seu primeiro mandato foi o seguinte: regularizou o pagamento dos servidores que, apesar de ter havido um aumento, continuou sendo salário de miséria, nesse sentido há que se ressaltar que existe tramitando na 1ª Vara do Fórum de Pombal uma Ação Civil Publica por Ato de Improbidade Administrativa por pagamento de salário inferior ao mí­nimo legal; restabeleceu os serviços públicos, como limpeza urbana e poda de arvores; fez alguns calçamentos ainda quando a gama de serviços públicos prestados pelo município eram diminutos e, portanto, sobrava dinheiro; construiu, reformou e cercou de muro algumas escolas, (detalhe, este último fato, cercar de muros as escolas, segundo psicólogos, demonstra o autoritarismo do administrador); passou a aplicar o dinheiro destinado a merenda escolar em merenda escolar; enfim, Dr. Verissinho fez o que, em polí­tica, costuma-se chamar de Administração feijão com arroz, inclusive porque se não o fizesse estaria na situação de Dona Azenete, que até bem pouco tempo, não sei hoje, pagava parte de sua pensão a título de multa, aliás, de vez em quando o Dr. Verissinho também paga, a exemplo do que aconteceu agora recentemente com a condenação que sofreu pelo TCE, na qual foi condenado a pagar R$ 1.000,00 a título de multa por irregularidades em licitação.
Mas ainda há um detalhe importante, Dr. Verissinho, quando assumiu o Governo, não pagou a maioria dos fornecedores que estavam em atraso e, também, não passou, de imediato, a pagar o salário mí­nimo exigido, dessa forma, teve dinheiro de sobra pra fazer o que fez e, talvez, pra fazer muito mais.

E se o primeiro governo de Dr. Verissinho, analisando hoje, não foi lá grande coisa, o segundo é que não teve nada de interessante.Neste ele agiu como um gordo soberbo, que acha que já encheu a pança e não precisa mais trabalhar para si alimentar novamente, pois passou a se comportar como se os pombalenses lhes devessem favores, como se ele tivesse feito um sacrifício sem tamanho pela cidade. Quando, na verdade, sabemos que ele não fez mais do que sua obrigação, até porque ele ganhou muito bem pelos serviços prestados, cumulando, inclusive, os salários de prefeito e de médico de PSF o que é ilegal, já que a nossa Constituição Federal não permite tal acumulação e nesse sentido, também, Tribunal de Contas da Paraíba já se pronunciou.

Mas o que merece algum destaque no segundo Governo do Prefeito Verissinho foram algumas obras inacabadas ou que demoram nada menos que dois mandatos para serem entregues, tais como: Posto Medico Dr. Avelino Elias de Queiroga (apesar de ser médico a saúde no governo de Verissinho foi esquecida); Cemitério dos Pereiros que custou muito caro, mas por ter sido construído em local inadequado até hoje não funciona; as casinhas da saída para Patos que só foram entregues no Governo do Prefeito Jario que, inclusive, segundo a própria Caixa Econômica Federal, foi quem terminou a obra e contribuiu com o equivalente a 30% do seu total; entre outros elefantes brancos.

Falando em Jario, esse sim fez um governo notável que em menos de três anos ganhou o reconhecimento não só dos pombalenses, mas de toda a Paraíba, tendo, também, notoriedade nacional.

Jario, em seu breve governo, manteve funcionando todos os serviços encontrados, contudo, não se contentou em limpar ruas e fazer podas. Buscou aliados, articulou-se e conseguiu grandes benefícios para a nossa cidade a exemplo do nosso tão sonhado Campos da UFCG e da UAB, trouxe também o SAMU, o CAPS, o CREAS, o CEO, a FARMACIA POPULAR, duas COZINHAS COMUNITÁRIAS, uma UZINA DE PASTEURIZACÃO DE LEITE, 5 PSFs, 17 ESPECIALIDADES MÉDICAS, um LABORATORIO DE ANALISES CLINICAS e outro de PROTESE DENTARIA, fez mais de 40 AÇUDES, conseguiu recurso da ordem de R$ 487.500,00 para FAZER CALCAMENTOS, já havia começado a construir 32 DUAS CASAS DE INTERESSE SOCIAL e 130 BANHEIROS, bem como havia conseguido recursos para construir mais 320 CASAS, estava prestes a entregar as 51 CASAS DA CHB, entre muitas outras obras implantadas e outras que ainda estavam por vir, como o asfaltamento das principais vias da cidade.

Outro feito marcante na administração do Prefeito Jario foi o atendimento digno ao publico em geral e, talvez, essa ação, que não é nem de pedra e nem cal, tenha sido a de maior valor, pois o que realmente importa numa cidade é seu povo.

Agora sim, os eleitores pombalenses tem como comparar quem realmente fez por nossa cidade. Se foi aquele governo que recomeçou a pagar em dia os funcionários, a limpar as ruas e fazer podas ou o recente governo que manteve tudo isso e ainda trouxe um sem número de outros benefícios. Comparem e decidam, sem paixão política, quem realmente foi melhor para Pombal, o poder de decidir é de todos nós: o que queremos?


Por Denilton Medeiros

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ESTARIA O REI NU????

Para se fazer comparação é fundamental que se eleja um referencial. Para se comparar a capacidade administrativo de um Administrador Público, mais notadamente de um prefeito, este referencial terá que ser, necessariamente, o seu antecessor.

No caso da cidade de Pombal, desde 1988 com o advento da nova Lei Máxima, não houve para seus sucessivos prefeitos, muita dificuldade de se fazer esta comparação, mesmo que estes vivessem mergulhados na eterna letargia.

Foi a partir da citada data que começou a se fazer uma melhor distribuição dos repasses federais e estaduais, com as descentralizações, principalmente da gestão da Saúde, com a obrigatoriedade de se investir certos valores mínimos destes repasses, na saúde e na educação, que os prefeitos se viram obrigados a apresentar, se não obras acabas, pelo menos a sua pedra fundamental ou, melhor dizendo a sua "intenção" de fazer, mesmo que esta obra nunca viesse a se transformar em equipamentos a serviço dos comunas. Sendo assim, mesmo que não fosse do seu interesse, e nunca o é, o administrador é obrigado ter obras para apresentar a CGU em uma possível auditoria.

Se observarmos bem a cidade de Pombal, sequer, nas últimas administrações esta minoria de obras, mesmo que de faz de conta, vinham sendo atendidas.

Observa-se que, até a administração anterior a efémera gestão petista, a cidade, não só deixou de receber novos equipamentos, como perdeu o que já tinha tal como a Maternidade Sinhá Carneiro que acabou por fechar suas portas; depreciação do Grupo Escolar João da Mata e precarização do Colégio Arruda Câmara etc. Poucas obras mesmo as de verbas federais e estaduais chegaram por lá.

O prefeito anterior a gestão petista foi matéria na "Revista Isto é", por um motivo que mais tarde o MP mostrou ser um equívoco: a honestidade e também por ser o único prefeito na Paraíba a ter mais de um Milhão de Reais em caixa, estando ainda com todas as contas em dia.
Em relação a sua honestidade a justiça dirá a verdade, porém, se vangloriar de ter dinheiro em caixa não é muita coisa quando os salários, mesmo pagos em dia, eram inferior a mínimo permitido, ou quando em oito anos pouco se teve de bom para entregar ao usufruto da sofrida população, há não ser algumas sestas básicas, ás vésperas dos pleitos eleitorais.

Mesmo assim, se comparado as administrações anteriores o então prefeito aparecia nas pesquisas, e isto refletiu na hora de fazer o seu sucessor, como sendo o melhor prefeito que já ocupou a Prefeitura Municipal de Pombal.

Mas, como dito no inicio deste texto, não havia, num passado recente, nenhum referencia comparativo. Ele era comparado apenas com ele mesmo. Era o rei e desfilava impávido pelos tapetes do poder como sendo o novo Marquês de Pombal.

Eis que, a partir do momento que o seu sucessor, ao se libertar das amarras do seu criador e enxergar uma forma nova de se administrar, quebrando as amarras que ainda lhes prendia ao ancoradouro do antecessor, em apenas um ano e meio, trouxe a cidade de Pombal para o cenário estadual e nacional. E ele, o petista, já tinha ali um comparativo forte que eram os oito anos da administração anterior, mostrou que o rei não tinha estas cores todas.

Mostrou que a majestade do rei era de "Pirro" e não resistiria a um grito do meio da multidão. E eis que alguém ousou gritar: . O rei tá nu!!!

Precisou apenas de um administrador e de poucos meses para desnudar o populismo do rei.
Hoje povo sabe que não eram tão belas as vestes do rei. Na verdade o povo sabe que não havia nenhuma veste cobrindo as vergonhas do rei, por que do rei sempre esteve nu.

Por Jerdivan N. Araujo

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SALVE "A GUILHOTINA"!!!

sábado, 1 de dezembro de 2007






Foi lançado hoje, 1º de dezembro, o tão esperado e temido informativo independente “A Guilhotina”. O referido informativo tem a participação de estudantes, servidores públicos, escritores, e até, um dos membros da Academia de Letras Jurídicas da Faculdade de Direito de Sousa (UFCG), que expõe seu pensamento, através de textos, sobre a atual situação política do município de Pombal.

Depois da “edição de apresentação”, que foi circulada na nossa cidade, o informativo trás a 1º edição recheada de textos que retratam a política da nossa querida Pombal, com um novo olhar, que, certamente, fará, como escrito na “edição de apresentação”, doer muitos corações.


Para os desconhecedores, trazemos as breves linhas da edição de apresentação:


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POR QUE QUEREMOS A CABEÇA DE LUÍS XIV?



Para nós, o que antes era simplesmente uma questão política tornou-se agora uma questão de honra. Pois você sabe, ou a cabeça dele vai para a bandeja ou seremos as próximas vítimas a serem guilhotinadas.

Luis XIV, Rei, Majestade, são essas que devem ser suas referências, pois afinal de contas é o desejo do mesmo fazer da maioria do povo desta terra seus eternos súditos, porque já possui alguns bobos da corte.

A guerra começou desde os últimos dias do mês de setembro, dias estes em que o Rei-Sol reconquistou o território retirando a bandeira do mastro e desrespeitando a memória de um VERDADEIRO LÍDER.

Iremos usar as mais diversas armas, mas sempre tendo em mente que a boa luta deve ser travada com ética, caráter, brio e decência, coisas que Sua Majestade desconhece, o que nos dá ânimo para combater com o bom combate e termos em mente que a vitória virá. Nunca se deve ferir a honra de quem quer que seja o inimigo, porém mesmo que tentemos (o que não será feito), jamais iríamos conseguir porque, como todos sabem, isto (honra) o grande rei e sua corja não possuem.

Tudo o que se tem feito nos últimos dias por parte da súcia do rei foi tentar enganar, mentir, difamar e tirar os méritos de muitos que tornaram esta cidade conhecida em todo o país como uma terra em que não há perseguição política a quem quer que seja, e onde a democracia reina, apesar de não reinar uma pessoa que nos quatro cantos deste mesmo país é conhecido como “prepotente e arrogante”.

Pombal tem uma nova liderança que demonstra que não nasceu, como ele mesmo diz, para ser o que é hoje, sendo discreto e ao mesmo tempo cômico. Aquele, aliás, AQUILO nada mais é do que mais um pau mandado (para não dizer bobo da corte) de Sua Majestade.
A malta novamente retorna ao poder dando-nos indícios que veio mais enérgica do que nunca. Eles terão a resposta no tempo certo.

É interessante notar que um político que era tido por todos como paladino da honestidade, começa a ser desmascarado através de sentenças judiciais, como foi visto há bem pouco tempo.
Sem esquecer de algumas pessoas que se dizem representantes do povo, mas que na realidade fazem de um cargo político um meio de se perpetuarem no poder e trazer um prato de comida para dentro de casa.

Depois de uma boa aula de como governar uma cidade lecionada por um saudoso político extinto de nosso município, parece-nos que não foi aprendido, por parte de Luís XIV, a lição de como governar sem ter em mente que só através da perseguição política e da imposição do medo é que se pode ganhar uma eleição.

Nosso objetivo quando da futura publicação deste informativo não é agradar uns ou outros, mas sim mostrar o ponto de vista que achamos por bem fazer e desmascarar alguns falsos profetas que se dizem salvadores da nação. Se de alguma forma você se sentiu ferido com algo aqui escrito, pedimos-lhes que não leia o referido informativo, pois não é nossa vontade fazer com que pessoas saiam enfartando pela cidade. E dizemos mais, que tudo isto que você leu foi apenas uma gota da tormentosa tempestade que se aproxima quando for publicado o informativo, que certamente fará doer o coração de algumas pessoas.

Não somos ligados a qualquer partido político nem muito menos ligados a pessoa(s) desta ou de outra cidade, o informativo que publicaremos é um produção INDEPENDENTE, que terá como objetivo desvendar para os leitores desconhecedores e aguçar os sentimentos dos que já conhecem um dos grandes segredos do universo pombalense.

VIVA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO!!!














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O TEXTO DE SHALAKO NÃO É SÓ A MOLDURA

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

A beleza na construção dos textos de Shalako tem chamado mais a atenção do que as denuncias, alertas e lições ali contidas. Não sei se isto vem a comprometer o propósito dos textos, porém, em alguns comentários os leitores têm se maravilhado mais com a construção do texto do que se indignado com a gravidade das denuncias. É como se a obra fosse a moldura e não a tela.
Eu saí de Pombal em dezembro 1978, só voltando á cidade para passar, no máximo, três dias, e, muitas das vezes, no mês de outubro.
A cidade, no entanto, vive incrustada dentro de mim e me segue por todas os lugares como o ar que respiro. É coisa de destino. Para se ter uma idéia da gravidade da situação, eu vim morar em João Pessoa e acabei conhecendo uma jovem que, soube mais tarde, já depois da desgraça aprontada pelo traiçoeiro coração, que era ela uma pombalense. Não havia mais nada a fazer a não ser seguir o cortejo e entrelaçar as nossas historias até que a morte nos separasse, como preconizou o Juiz de Paz e veio a acontecer 16 anos depois. É esta ligação que me faz arrepiar todos os pêlos do corpo ao tomar conhecimento dos acontecimentos políticos na minha cidade. A aldeia onde eu escrevi a minha historia bem que merecia sorte melhor.
Bem que nos texto de Shalako, na tela e não na moldura, não há nenhuma novidade. Tudo ali descrito já vem sendo contado desde 1696 quando a primeira carabina cuspiu fogo e atravessou o coração do primeiro Cariri; desde que a primeira índia foi estuprado por um jesuíta, desde o primeiro que grilhão foi entrelaçado no pescoço dos indefesos nativos. Nada é novidade. Por quê então estas historias ainda nos deixam indignados? A geração dos nossos avós não tinha a obrigação de acerta. A cidade do seu tempo fora construída sob a égide do coronelismo; da desinformação; da escassez de tudo; das dificuldades e da falta de uma educação democratizada.
A geração dos nossos pais até que poderia ter feito alguma coisa. Porém, veio a Ditadura Militar que fez com que eles, nossos pais, se preocupassem mais em saber que tipo de contravenção seus filhos estavam aprontando do que em construir sua própria história.
Já minha geração, esta sim, por ter sido forjada nas letras do Ato Institucional Numero 5; de dormir e ter pesadelos com o Gobery, não tinha nenhum direito de errar. Porém, cometemos os mesmo erros. Mais uma vez quem tem que pagar o preço dos nossos erros é a geração que Shalako representa.
Quando eu falo na minha geração, lembro que, em Pombal o primeiro a ter a oportunidade de corrigir os erros do passado e que não tinha nenhum direito de erra foi exatamente o Dr. Verissinho. Mas ele, em nome da minha geração, errou e eu peço a geração de Shalako mil desculpas. Não esperávamos tamanha decepção. Não tínhamos o direito de desaponta-los, pois, tivemos 330 anos de histórias contadas da onde deveríamos ter tirado as melhores experiências e corrigido o curso da história.
Verissinho, ao contrário, representa para Pombal o último suspiro do coronelismo que, acreditávamos, já havia sido morto e enterrado; representa o poder oligárquico e centralizado e a desídia generalizada. Ousaria dizer, representa a volta temporal da Família Real a cidade de Pombal, como se fora o final de um romance de Ariano Suassuna.
A geração de Shalako, que pode ser representada pela ascensão e prematuro desaparecimento do Jairo, foi a que mais se aproximou de um começo de prestação de contas. Na sua imaturidade, ainda haveria de passar muito tempo para que pudéssemos julgar a fase “Jariana” na administração de Pombal. O que hoje se escreve a seu respeito é reflexo da perda inesperada, da esperança interrompida. O xingamento que não podemos dizer de "Deus" dizemos dos seus algozes.
Não há como negar que a cidade de fato tomou novo rumo, apesar, repito, de erros velados ainda sendo cometidos como: o assistencialismo como correia principal e a negação ao patrimônio cultura e arquitetônico da cidade, etc... mas, entre todos que passaram por lá, foi o que demonstrou a intenção de corrigir a história da nossa cidade. Foram erros da inexperiência ou da vontade desenfreada de acertar.
Acredito que, para avivar a memória do nosso povo e para não calarmos sobre o corpo caído, os textos de Shalako e de outros Pombalenses que não calam para não consentir a sua morte, servirão para mudar, através da nossa reflexão, os rumos da cidade, trazendo-a de volta aos trilhos, não deixando que a historia se repita, pelo menos nas linhas escritas com sangue e ódio.
Para isto acontecer precisamos apreciar sim a beleza dos textos de Shalako, o que é bonito é para ser admirado, porém sem perder de vista a mensagem que o garoto quer passar.
Por Jerdivan Nóbrega de Araújo [foto]

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quarta-feira, 28 de novembro de 2007

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DESABAFO DE UM CORAÇÃO PINARACA

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Amo-o, verdadeiramente, de todo coração! Logicamente, sem segundas intenções. Mas se me desse um emprego amaria muito mais. Não que o meu amor seja pequeno, mas é porque vivo numa dificuldade danada.

Sinto necessidade de amá-lo, não seria a mesma pessoa se isso não acontecesse. Eu, como os demais, sinto orgulho de dizer: dou meu voto ao político mais honesto da face de todo o planeta Terra. Não ligo se me chamam de pinaraca. Digo isto porque, talvez você não se lembre, mas a nossa cidade era lixo, e quem foi que limpo-a? Lógico que a resposta seria o nosso político tão amado. Pois você sabe quão difilcil é limpar uma cidade. Diz-me outro prefeito que tirou o lixo da cidade. Não existe neste país. Acho que tirou o dinheiro do bolso para realizar tal empreendimento.

E as escolas? Eram chiqueiros, e hoje se encontram as mil maravilhas. Diz-me outro prefeito que aplica dinheiro em escolas, não existe neste país. Diz-me mais, qual o prefeito que coloca o lanchinho na escola, mesmo não existindo recurso para tal? Acho que tirou o dinheiro do bolso.
E os salários? Deixou de pagar os R$ 17 que o pessoal recebia e começou a pagar o mínimo. Diz-me outro prefeito que paga o salário mínimo, não existe neste país. Acho que complementou com o restinho que tinha na poupança.

E o atendimento médico nos postos de saúde? Diz-me outro município que oferece atendimento médico em postos de saúde. Pergunto ainda, qual o município brasileiro, além do nosso, que tem posto saúde? Acho que pagou os médicos e contruiu postos com o dinheiro que tinha na carteira e não com o dinheiro público, como dizem as más línguas.

E o campo de aviação, não tá uma beleza? É uma pena que não consigo dormir à noite com o barulho das aeronaves que sobrevoam a cidade.

E o asfalto das principais ruas da nossa cidade que ele havia prometido? Tudo cumprido. Palavra de homem. Deve ser por isso é que a cidade está com a temperatura mais elevada, e não por causa do efeito estufa como dizem as más línguas dos cientistas, que objetivam tão somente nos esconder coisas óbvias.

E o campus da universidade? Ainda bem que ele, juntamente com o nosso deputado federal mais votado e nosso senador, conseguiu tudo, dando-nos uma oportunidade de estudar em um estabelecimento de ensino superior. Por isso é que sou apaixonado por ele. O mesmo sabia que conseguiria tudo sozinho, por isso mesmo que não quis execrar nossa classe política, bem como quis abortar aquela idiotice de movimento “Universidade Pública Já”, ou vocês mais uma vez esqueceram? Por isso é que eu digo: esse é meu patrão!

E as ambulâncias? E olha que não foram da Operação Sangue-Suga não. Dizei-me outro prefeito que comprou ambulância neste país. Não existe.

E o lindo cemitério-parque que temos? A beleza em seus traços arquitetônicos, os arcos góticos, as colunas de nivelação, a bela murada sem fissuras, toda a grama, que mais parece um tapete verde, tudo é perfeito. O grande Oscar Niemeyer ficaria, certamente, com uma tremenda inveja se visse quão bela ficou a nossa “última morada”.
São por todas essas razões e muitas outras, e por todo este espírito empreendedorista e inovador (talvez devamos chamá-lo de Barão de Mauá), de atitudes inéditas na história da humanidade, desde Dario I na Pérsia antiga (aproximadamente 450 a.C.), que posso dizer com todas as letras: Sou apaixonado por ele!

Por Shalako Tavares


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