Hoje é o dia das eleições 2008

Hoje é o dia das eleições 2008

UM OLHAR SOBRE A NOVA ADMINISTRAÇÃO

sábado, 5 de janeiro de 2008

Por José Vieira (foto)

Quem já estava acostumado ao estilo democrático e participativo de administrar do Prefeito Jairo Feitosa, foi pego de surpresa diante do modo autoritário e perseguidor da nova administração.

Além da maneira sórdida e cruel com que agiram por ocasião da posse, num desrespeito desumano a família e aos amigos do Prefeito morto tem sido patente a obsessão de denegrir e desconstruir a imagem de Jairo, o que só tem causado indignação e protestos da população em geral, têm sido cruéis também na sanha perseguidora e no tratamento com mão de ferro que tem sido dispensado a ex-auxiliares e fornecedores da administração passada, chegando ponto de levá-los as barras da justiça com todo tipo de denúncias infundadas.

Era de se esperar que a pressa da nova administração fosse no sentido de mostrar trabalho, pois para isso tem muito pouco tempo pela frente e também de honrar os compromissos existentes que afinal não são da pessoa de Jairo e sim da Prefeitura. Mas afinal não parece ser esse o projeto dos novos gestores, as ações por si só falam.

Nas comemorações dos noventa dias que estão a frente da Prefeitura, tiveram para mostrar a conclusão do calçamento da rua do Bar da Galinha que Jairo tinha deixado bem adiantado, recursos que tinham sido adquiridos pelo Deputado Luiz Couto e dois ou três carros comprados ou consertados. Não era apenas isso que a população almejava. Esperava muito mais com certeza, pois recursos vem com abundância, isso fica muito claro quando vemos tudo que Jairo conseguiu fazer no período em que ficou lá. O que tem se observado, é que só os serviços básicos como limpeza das ruas e rodagem tem sido feitos, mesmo assim, precariamente.

O que pode se perceber é que os novos gestores não estão preparados para administrar uma cidade do porte de Pombal, principalmente para dar continuidade à uma administração exitosa como a do ex-prefeito Jairo Vieira Feitosa.

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RESPOSTA AO ARTIGO DE DENIS PEREIRA

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008




Diante do texto enviado-me no dia 21 de novembro de 2007 (aqui), e com o "nó na garganta" que me causou desde que o li, vejo-me numa situação que não poderia de forma alguma deixar de respondê-lo.

Em primeiro lugar agradeço-lhes, como você mesmo expôs, pela sinceridade nas palavras tecidas em cada linha.

Em segundo lugar, sobre o de eu ser bochechudo, não vejo problema algum nisto. Pois afinal é melhor ter bochechas salientes a ter uma cara de pau que alguns têm, como muitos que se dizem fazer a diferença, mas que na realidade a diferença que fazem é lutar pela implantação de um política barata, de perseguição e mesquinharia, não é verdade?!

Sou chato e inconveniente, e daí? Metralhar o reinado do mal e um rei em decadência, meu amigo, não tenho esta pretensão. O que quero mostrar é o que para mim é óbvio há muito tempo.

Que bom que você entendeu a história das empregadas. Mas é uma pena que muita gente pensa que não é assim que deve ser: o político é o nosso empregado; pagamos impostos que nos custam, aproximadamente, 05 meses de trabalho no ano. E esses mesmos políticos tentam nos iludir com frases como “trabalhar demais”, imaginando que somos, talvez, seres irracionais. Meu amigo Denis, não sou mal intencionado em meus textos, trago toda lucidez possível que um “rapazinho, um jovem mancebo” pode trazer.

Achar que as pessoas “vão começar a refletir” sobre os desmandos e descasos de tudo isso que se tem noticiado não é minha aspiração. Acho apenas que a venda posta nos olhos de muitos estão começando a cair e não porque eu venha, ultimamente, escrevendo sobre a política em nossa cidade, mas porque os mesmos que colocaram as referidas vendas, “atiraram contra o próprio pé” e começaram, eles mesmo, a desatar o bendito nó das vendas.

Não ligo se o que escrevo irá prejudicar, de algum modo, o nosso município, e muito menos se um império vai continuar, pois não sou um adepto do sistema imperialista, nem, muito menos, monarquista. Sou adepto sim, do sistema republicano democrático, onde não há necessidade de ir até um castelo para suplicar a seu ninguém, por exemplo, um frasco de dipirona.

Sobre o exército de perseguidores covardes e impiedosos que o rei poliu e amamentou ano após ano nas regradas tetas do poder? Não são “bichinhos e coitados”, meu caro. São covardes e traiçoeiros, isto sim. Eles vêem como única possibilidade de crescimento de um reinado fadado ao fracasso a injúria, a difamação e a calúnia...Perdoa-lhes, Senhor, eles não sabem o que fazem!

Tomar terrenos de gente desempregada e sem moradia, humilhar pessoas inocentes por conta de contratos que custam à alma e realimentam o sistema não é novidade, meu caro. Na realidade não consigo entender a sua surpresa. Estas barbáries não vêm de hoje. Talvez tenhas esquecido de fatos acontecidos num passado não muito remoto, como é o caso dos atendimentos pré-agendados com uma pessoa que se autodenomina "rei", onde se fazia necessário anotar número de título eleitoral (prá que?).

Não há necessidade de ter piedade com quem não faz jus a isto. E as mentiras tantas vezes pregadas, os contos da carochinha? Não sei onde devam contar, talvez em outro terreiro, para outras "pessoazinhas".

Na realidade já pensei quão grande deve ser a dedicação para se chegar aos pés do rei. Meus pais liam bastantes estórias de reis e rainhas na minha infância. Existiam os bobos da corte que tinham uma única tarefa: entreter o rei. E numa daquelas (estórias), um certo bobo foi jogado no calabouço, por não ter a competência necessária para fazer o rei soltar boas gargalhadas. Pergunto: será que alguém tem medo de castigos como este? Parece que sim, porque, simplesmente, o presente pelo divertimento de um rei pode ser comparado hoje, por exemplo, a um emprego público, e que não tiver competência bajulatória será jogado na rua da amargura (é assim que funciona).

Sobre o seu amigo, aquele que tem no apelido poucas letras, sei quem é. Um amigo meu, disse-me que um dia quando conversava com o mesmo, depois de tantas doses de certa bebida, ele tomou a chorar e lamentar de uma discussão que havia enfrentado com um certo rei-eterno, quando este disse-lhe que teria um pequeno curral eleitoral e por isso o havia preterido a um certo cargo político que desejara ocupar. É a isso, a este tipo de atitude que você chama de renunciar convicções? As convicções de pessoas como estas são resumidas a desejos por um cabide de emprego.

Quase doutor, não, Dênis. Pode chamar de Doutor. Não que eu seja pretensioso, mas porque quero tratamento igualitário. Tem gente por aí que nem terminou curso ainda e é chamado de doutor apenas por andar, ultimamente, com uma mera gravata pendurada no pescoço. Mas deixa isso prá lá, talvez para esse tipo de gente, “os doutores da vida”, gravata deva ser sinônimo de uma mera expectativa de conclusão de um curso superior.

Sobre aquela professora que falou: "Meu sonho é ver a cabeça de Shalako bolando pelas calçadas". Não sabe a pobre educadora que apesar dos pesares, há muito, a guilhotina já deixou de ser instrumento de capitação de seres humanos. Afinal, o absolutismo foi derrubado! Ou será que ela quis falar sobre um tal decreto? Mas nunca trabalhei na prefeitura para ser guilhotinado...apesar de ter passado entre as primeiras colocações no concurso público. Sei lá o que pensam essas “mentes brilhantes”.

Pessoas infectadas por aqueles meus folhetins...essa foi boa. Faz-me até rir. Na realidade as pessoas estão acordando de um sonho; estão começando a perceber que o sonho, na realidade, é um terrível pesadelo; que a ditadura é um péssimo sistema de governo, não apenas por ferir os ideais democráticos, mas, também por retirar a dignidade da pessoa humana. Ou você acha que se prostrar a um sol escaldante numa fila enorme, a fim de buscar uma feira de emergência, e que esperar das 8h até ás 13h, a fim de pedir uma “autorização” para buscar remédios pagos por nós mesmo, é dignidade?

Não entendo o porquê de meus textos serem perturbadores, pois não retrato nada além do que é racionalmente perceptível... talvez devam possuir mesmo algumas “verdades inconvenientes”.
Olhe! Em nome da amizade que tens as minhas tias Corrinha, Wanda e Zenite, e em nome da nossa amizade, tenho um pedido a lhe fazer: não torne a suplicar-me paciência com o reinado. Ele não está acabando, ele já acabou.

Acredito que não basta a imprensa paraibana "meter o pau" no deputado sem proposta, o povo ridicularizar o rei na cara dele e no meio da rua, escândalos federais (e como você diz, “e bota federal nisso”) com aliados do rei (esses aliados seriam o do adeus e o seu amigo, o de poucas letras no nome?), os processos por desvio de recursos condenando este miserável e seus asseclas, a reprovação popular aos atos de plena insanidade de um homem desesperado assessorado por outros perturbados, cada um querendo fazer uma m*rd* maior que a outra para arrancar aplausos do rei, pois vejo que é chegada a vez do povo.

Meu amigo Dênis, toda esta lama que está sendo tornada pública, não é culpa minha. Não me culpe por isso. Quero hoje dormir em paz. Quero deitar-me, acomodar minha cabeça num travesseiro e ter bons sonhos, esperando, desde já, que a tempestade logo passe, pois ao final, já diz o popular, vem a bonanza; não é mesmo?!

Despeço-me, desejando-lhe um feliz 2008.

Viva a democracia! Abaixo a ditadura!

Por Shalako Tavares

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MEU ÚLTIMO ARTIGO DO ANO

sábado, 29 de dezembro de 2007

LUZ, CÂMERA, AÇÃO: A RÁDIO PINARACA ESTÁ NO AR

Se o alemão Johannes Gensfleich zur Laden zum, mais conhecido como GUTEMBERG (1399-1469), inventor da imprensa com tipos móveis, visse ocorrer o que acontece atualmente na cidade de Pombal ficaria abismado.

Por um lado ficaria encantado com a evolução da imprensa, através das três rádios da nossa cidade, que realmente funcionam como instrumentos da propagação da informação global, por outro, ficaria extremamente decepcionado com uma outra que é bastante atuante, mas que muitas vezes não nos damos conta de sua existência. Estou falando mais especificamente da RÁDIO PINARACA.

Esta rádio, diferentemente das demais existentes em nosso município, não necessita de fios, de satélites, antenas de alta captura, e coisas que as demais rádios do mundo necessitam para sua boa operabilidade. Esta rádio, diferentemente, não serve para propagar informações do mundo real, mais sim do mundo do “Pequeno Príncipe”, aquele que é fantasiado pelo diretor-presidente-proprietário da mesma rádio, e, após isto, é jogado nos lares das famílias pombalenses. Sua operabilidade não necessita, digamos assim, de uma alta tecnologia, são necessários, apenas, alguns celulares, alguns funcionários, telespectadores fanáticos e, por último, a notícia que vai ao ar, que logicamente, deve ter o aval de sua Excelência o Presidente.

A rádio Pinaraca apresenta uma grande diversidade em sua programação. Serve para vangloriar os atos heroicos de um político pombalense, que nada tem de herói. Serve para deturpar imagens de outras pessoas, fazendo com que esqueçamos alguns que foram humildes e trabalhadores. Serve também tentar distorcer, por exemplo, que uma sentença condenatória da Justiça Federal mandando um político pombalense a devolver aos cofre públicos certa quantia em dinheiro e, também, cassando direitos políticos é “intriga da oposição”.

Vejam só que rádio eficiente!
Transforma uma administração onde quem pode ser atendido nos órgãos da prefeitura sem enfrentar desaforos são aqueles que dizem ser sócios da própria rádio, os Pinaracas, em um exemplo de administração.

Um certo locutor fala que foi bom ver o dinheiro sendo aplicado na Educação, e eu, cá sozinho, digo comigo mesmo: aplique não, para ver a intervenção federal acontecer!


A Rádio tenta transformar Capitão Gancho em Peter Pan; faz com que acreditemos que Don Quichote de Lamancha é o que ele pensa ser; tenta permutar os papéis do lobo mau com o da Chapeuzino Vermelho; Só falta dizer que os Militares foram reais democratas.


Se a Rádio Pinaraca operasse numa frequência nacional inverteria, certamente, os papéis de Paulo Maluf e José Sarney com os de Eduardo Suplicy e Jerferson Pérez.
Talvez eu deva realmente acreditar que a cueca do Super-Homem, por cima da calça, sirva para alguma coisa. Devo acreditar que aquele coelhinho branco que vive saltitando, de Alice no País das Maravilhas, é o mesmo que irá invadir a terra quando os alienígenas chegarem.

Credo e cruz!
Ai de mim! Talvez daqui uns dias eu seja o novo rei do gado do Senado Federal.

Por Shalako Tavares

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MEU PENÚLTIMO ARTIGO DO ANO

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

POMBAL + FEST = ANTICULTURA?


Quando o então vereador Luizinho Barbosa tomou assento na Casa Avelino Elias de Queiroga (legislatura 2001-2004) teve uma idéia: realizar, em parceria com a Prefeitura de Pombal, um evento de caráter recreativo, objetivando fomentar o congraçamento da classe estudantil pombalense onde todos os estudantes sairiam em um só bloco num momento de diversão e alegria, evento este que seria denominado Folia Estudantil. Seria o que poderíamos chamar de “a nova” micareta pombalense (pois antes existia a Micabal; a última realizada em 1997).

Dessarte, foi enviada a proposta para o executivo municipal, a qual, de forma sumária, foi rejeitada. Até aí tudo bem, pois o que fora alegado era a necessária contenção de gastos públicos. Porém, alguns anos se passaram e como num passe de mágica surgiu o Pombal Fest. Todos sabem o que é o Pombal Fest, não é verdade?

O Pombal Fest é a micareta (festa carnavalesca fora da época do carnaval) de Pombal, realizado anualmente em julho, mês em que é comemorado o aniversário da nossa cidade. A festa tem como ponto alto o desfile do Bloco Pina, com a apresentação de trios elétricos, tendo como destaque atrações de renome nacional. É uma festa contagiante aonde pessoas de vários locais do nordeste vêm a nossa cidade prestigiar o evento, visitar a Terra de Maringá, bem como, também é uma oportunidade de rever os familiares e amigos que aqui estão. A festa além de proporcionar a alegria pelo encontro dos velhos amigos, também, indubitavelmente, faz circular no município uma grande volume de capital que, de alguma forma, reflete no orçamento familiar de muitos pombalenses, além de gerar divisas em impostos para os cofres públicos do município.

Na realidade, o Pombal Fest é um grande plágio do projeto Folia Estudantil, proposto anteriormente por Luizinho Barbosa, logicamente com algumas ressalvas. Intrinsecamente, o Pombal Fest é nada mais que uma festa política; um palanque em que muitos tentam aparecer, bem como dar a oportunidade para que seus correligionários se façam presentes, garantindo assim uma propaganda política disfarçada. Festa “política” não há de ser negado esse adjetivo pela incontestabilidade de que se perfaz. Inicialmente pela própria nomenclatura da atração principal, o “Bloco Pina”, que, na realidade, como é de conhecimento notório, é uma abreviação do nome “Pinaracas”, que foi o apelido dado aos eleitores do então candidato Verissinho (pseudo-idealizador do evento) em tempos de campanha eleitoral, em contraposição aos “Paruaras”, grupo dos apoiadores do candidato Geraldinho. E a bem da verdade é que, habilmente, isto foi escondido do público.

É interessante notar que Pombal é uma das poucas cidades do nordeste (devem existir outras) em que é raalizada uma micareta sem haver, contudo, um carnaval em seu calendário festivo.
Não que eu seja contrário ao Pombal Fest, pois vejo que as benfeitorias trazidas pelo evento à cidade são, indiscutivelmente, bem maiores que as malfeitorias, mas acho que deveria ser diferente.

Enquanto brincamos e nos divertimos, esquecemos, em parte, nossa cultura e nossa história. A centenária Festa do Rosário de Pombal, evento de cunho cultural, religioso e profano, idealizada pelo negro Manoel Cachoeira, celebrada pela primeira vez em 1895 (112 anos), está fadada ao abandono pela classe política e pela sociedade. O Reisado, os Congos e os Pontões, em seus cordões, o azul e o encarnado, devem, sim, unirem-se num só bloco: o Bloco do Preto, representando o luto e o sinal de protesto a todo esse descaso cometido pelos políticos desta Terra.

Enquanto nos divertimos, termos como memória, respeito, patrimônio, cultura e história estão perdendo seus reais significados em nossa cidade. Estão sendo substituídos por política barata, a política do “pão e circo”, a mesma que era praticada em Roma Antiga, onde o imperador, objetivando esconder os problemas enfrentados pela cidade, dava ao povo diversão. E não venha dizer-me que isto não está acotecendo, porque estou cheio de ouvir a cada dia novas desculpas.
Quem realmente sabe o que representa Pombal para a cultura do Brasil, sabe o retrocessso cultural que é ocasionado pelo Pombal Fest, da forma como está sendo realizado, à cultura de Pombal.

O que tem se repassado principalmente por parte dos aliadados de algumas lideranças políticas é que o evento é um grande marco, que deve ser lembrado, doravante, com uma perfeição que só os “puros de coração” podem realizar.

Cidades próximas a nossa lecionam muito bem a lição: como João Pessoa, que não há de se falar na Festa de Nossa Senhora das Neves sem se falar em Micaroa, e, igualmente, a cidade de Patos, que não pode ser indissociado o tradicional São João e festa de sua padroeira. Fazendo o rápido uso da racionalidade humana, vejo que o objetivo do Pombal Fest não foi a criação de uma festa de entretenimento para a população em geral, mas a promoção político-pessoal de algumas pessoas que refundaram-na com uma nova nomenclatura tentado tão somente a auto-afirmação, movido, pelos princípios da prática fisiológica.

O Pombal Fest deve continuar, pois, afinal, virou festa “tradição” em Pombal, mas de forma alguma deve ser idealizada meramente por questões político-partidárias, mas tendo em vista os destinatários dela, qual seja, o POVO POMBALENSE, razão de ser da Terra de Maringá, e não como pensam alguns: “PARA OS QUE VOTAM EM MIM”.

Por Shalako Tavares

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RAPIDINHA...

sábado, 22 de dezembro de 2007


*Publicado no informativo independente "A Guilhotina" (1ª ed., dezembro/2007)

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Quinto fecha ano com 1.242 matérias; Verissinho com zero

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

O deputado Quinto de Santa Rita (PMDB) foi até esta segunda-feira (16), segundo o site da Assembléia Legislativa da Paraíba, o parlamentar que mais produziu no ano de 2007, com nada menos que 1.242 matérias apresentadas na Casa de Epitácio Pessoa. A pesquisa inclui toda a produção do deputado no exercício da atividade parlamentar.
Ao todo, 5.880 matérias foram apresentadas por parlamentares em 2007.
Por outro lado o deputado Dr. Verissinho (PMDB) passou o ano sem apresentar nenhuma matéria e consulta sobre sua produção no ano de 2007 mostra apenas a frase “Não foram encontradas ocorrências para este nome”.
Vale lembrar que Verissinho afirmou recentemente estar trabalhando em um projeto importante que pode acabar com o voto secreto no Legislativo paraibano.
O site da Assembléia mostra como segundo e terceiro colocados, respectivamente Rodrigo Soares (PT), com 562 matérias, e Fabiano Lucena (PSDB), com 501 propostas encaminhadas a Casa. O líder da Oposição, Gervásio Filho (PMDB), com 14 matérias, só ganha para seus colegas de bancada: Macio Roberto, com 12 propostas, e Verissinho.
Os dois partidos que polarizam a disputa política na Paraíba (PMDB e PSDB), somam 4.207 matérias, com uma vantagem de 597 para o PMDB, que concentra em sua bancada os dois extremos da atividade parlamentar.


Veja a produção dos 36 parlamentares:
Agnaldo Ribeiro – 366
Antônio Mineral – 157
Arnaldo Monteiro – 33
Branco Mendes – 85
Carlos Batinga – 60
Dinaldo Wanderley – 399
DR. VERISSINHO - 0
Dunga Júnior – 162
Fabiano Lucena – 501
Francisca Motta – 42
Gervásio Maia – 14
Guilherme Almeida – 221
Iraê Lucena – 134
Ivaldo Moraes – 55
Jacó Maciel – 64
Jeová – 36
João Gonçalves – 356
João Henrique – 58
José Aldemir – 76
Leonardo Gadelha – 78
Lindolfo Pires – 129
Manoel Ludugério – 82
Márcio Roberto – 12
Nivaldo Manoel – 128
Olenka Maranhão – 7
Quinto de Santa Rita – 1.242
Raniery Paulino – 297
Ricardo Marcelo – 40
Rodrigo Soares – 562
Socorro Marques – 67
Trócolli Júnior – 29
Zenóbio Toscano – 94
Pedro Medeiros – 29
Biu Fernandes – 59
Ricardo Barbosa – 181
Por Janildo Silva

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GOVERNAR SEM DISCRIMINAR: UMA CONQUISTA DE TODOS

Em se tratando de Administração Pública e por questão de sobrevivência política todo partido, grupo político ou até mesmo os indivíduos almejam estabelecer suas marcas de governos em suas administrações.
A diferença é que uns pretendem deixar a marca de sua competência e criatividade na aplicação e gestão dos recursos públicos de forma que, efetivamente, produzam-se melhorias na vida dos administrados que, naturalmente, irão reconhecer o mérito de quem assim agiu; enquanto outros desvirtuam a lógica natural desse silogismo e ao invés de buscar o reconhecimento através da competência, esforço e criatividade, utilizam-se das prerrogativas inerentes ao gestor público para trocar alguns poucos benefícios, explicitamente direcionados a alguns privilegiados, por favores eleitoreiros, buscando reconhecimento forçado e antecipado.
Como exemplo do primeiro caso, temos o governo petista do Prefeito Jario, neste a máxima seguida foi à busca pela excelência no atendimento ao público em geral.
E quando me refiro a atendimento, não estou apenas me reportando ao tratamento pessoal humanizado, que também foi marcante no governo do PT, mas aludo principalmente à finalidade almejada na implementação das políticas públicas, sempre direcionadas a atender os interesses da coletividade em geral.
Nos momentos em que, de forma competente, persistente e dedicada, conseguiu-se trazer para Pombal projetos como CAPS, CREAS, FARMÁCIA POPULAR, CEO, SAMU, COMPRA DIRETA, COZINHAS COMUNITÁRIAS, DUAS UNIVERSIDADES FEDERAIS entre outros, não se almejou fazer favores pessoais a um restrito número de pessoas em troca de quaisquer homenagens ou reciprocidade de favores. Notadamente, objetivava-se implantar políticas públicas que pudessem trazer melhoras para toda a população.
Como prova da inequívoca intenção do governo petista em buscar benfeitorias que atendessem unanimemente os que vivem em Pombal, é que todos os programas e obras mencionadas têm abrangência irrestrita, beneficiando a todos os administrados; a exemplo do serviço de atendimento feito pela ambulância do SAMU, que serve a todos sem qualquer tipo de discriminação; dos cursos de nível superior instalados na cidade, nos quais não há como impedir que qualquer cidadão possa cursá-los; das Cozinhas Comunitárias, onde não tem como escolher quem pode ou não pode fazer refeições; da mesma forma, também, não há como impedir que qualquer pessoa possa adquirir remédio a baixíssimo custo na FARMÁCIA POPULAR; enfim, todos esses programas atenderam e atendem, inegavelmente, a todos os pombalenses que deles venham a necessitar.
A postura do Prefeito Jario e de seus assessores tinha sempre esse foco, o de buscar resultados genéricos, que beneficiasse a toda população.
Arrisco dizer que, pela primeira vez em sua história, Pombal presenciou um governo por em prática um dos mais importantes princípios que regem a Administração Pública no Brasil, o Princípio da Impessoalidade, o qual jamais foi levado em consideração por outras administrações, ao menos não pelas mais recentes.
Quando se fala em Princípio da Impessoalidade, não se trata do sinônimo do termo INDIFERENÇA, absolutamente não.
Trata-se do direito público subjetivo que todo cidadão possui de ser tratado de forma isonômica, igual, a todos àqueles que se encontrem na mesma situação jurídica, ou seja, é o direito que temos de não sermos discriminados por qualquer motivo, seja por causa da religião, da raça, do sexo ou do partido político do cidadão, sendo obrigação dos representantes do Poder Público dispensar a todos tratamento digno e igualitário.
Digo, sem medo de errar, que o tratamento digno e igualitário foi a marca do Governo do PT em Pombal, pois foi o governo que optou por trabalhar e não perseguir, que governou para todos, como bem dizia o seu lema.
O governo petista tratou os iguais igualmente, não havendo qualquer discriminação, sem deixar, contudo, de fazer algo a mais por aqueles que passavam por grandes dificuldades, seja na saúde, seja na alimentação, seja na falta de moradia, enfim, a ajuda era proporcional ao grau de necessidade daqueles que buscaram o auxílio do Poder Público Municipal, representado na pessoa do Prefeito Jario.
Porque também é imperativo legal que os desiguais – aqueles que se encontram em situação crítica, difícil – sejam tratados desigualmente, isto é: essas pessoas tem o direito de receber do Poder Público um tratamento especial para resolver problemas especiais, problemas de maior gravidade.
Mas esse jeito petista de governar que tanto agradou ao povo consciente e necessitado de Pombal está agora sob grave ameaça.
O novo governo instalado não governa para a Cidade, governa para os seus correligionários políticos ou em troca de favores eleitoreiros o que é, no mínimo, uma grave injustiça.
Há que se entender que o tratamento igualitário dispensado a todo e qualquer cidadão pombalense, que foi sim implantado pelo PT, tem que ter continuidade, já que este direito é, antes de ser marca de qualquer governo, uma imposição de nossa Constituição da República que diz em suma, no seu Art. 37, que a Administração Pública reger-se-á, entre outros, pelos princípios da Legalidade, Moralidade, Publicidade, Eficiência e Impessoalidade.
Assim sendo, sugiro que nos juntemos todos, esqueçamos um pouco as nossas diferenças e interesses pessoais, para lutarmos por esse direito coletivo já conquistado, mas que agora corremos o risco de perdê-lo, qual seja: o direito ao tratamento igual, impessoal e digno.
Conclamo a ajuda mesmo daqueles que, por algum outro motivo, apóiam os que estão no poder, pois o direito ao tratamento igualitário e democrático, o direito de não ser perseguido, poderá ser usufruído também por eles, até porque sabemos que a democracia nos proporciona uma coisa boa chamada alternância de poder, em que aqueles que estão “por cima” hoje, nesse jogo de “gangorra política”, amanhã poderão está “por baixo” e certamente reivindicarão, com razão, serem tratados como manda a lei.

Por Denilton Bezerra

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ORAÇÃO DA TROPA DE CHOQUE DO REI (*)

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007


Meu Deus (o do Céu),

Proteja-me da verdade e do discernimento,

Para que eu tenha cérebro e não pense.

Para que eu tenha boca e só fale o que meu rei quiser.

Para que eu persiga os inocentes e não sinta.

Para que eu negue um remédio a um doente e saia cantando.

Para que eu escute a verdade e não aceite.

Meu Deus (sem ser o da terra), proteja-me dos Coices do rei

Para quando ele me chutar, que não perceba,
Se eu perceber, que não doa.

Se doer que eu perdoe e ainda por cima saia me “pabulando”!

Ah! E que eu continue acreditando da honestidade D’ele!

Abençoe com saúde, sucesso, beleza, (...) e vitória o meu rei e minha rainha e,

Se tiver tempo, abençoe o povo lá de casa também.

Amém!


Por Denis Pereira



[VISITEM, VALE A PENA CONFERIR]

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Fale conosco

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007






Caixa Postal

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RAPIDINHA...

sábado, 8 de dezembro de 2007


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